Dr. Eduardo Silveira

Pacientes

Dúvidas frequentes

Respostas às perguntas mais comuns dos pacientes sobre os procedimentos cardiológicos por cateter.

Depende do procedimento. O cateterismo cardíaco diagnóstico, em geral, tem alta no mesmo dia. Já a angioplastia coronariana, o fechamento de FOP e o TAVI exigem ao menos uma noite de internação para observação.

Em cerca de 99% dos casos, utilizo o acesso pelo punho (radial) — mais confortável, com menor risco de sangramento e recuperação mais rápida. Em situações pontuais, a região inguinal (femoral) pode ser mais segura e necessária para o sucesso do procedimento.

Realizo os procedimentos pela enorme maioria dos convênios. Agende uma consulta para avaliação clínica e confirmação da cobertura do seu plano.

Não. O cateterismo é um exame de baixo risco, seguro, realizado por punção — sem cortes, sem pontos e sem necessidade de anestesia geral.

Sim. Em geral é necessário jejum de algumas horas e ajuste de algumas medicações (especialmente anticoagulantes e antidiabéticos). Todas as orientações são revisadas individualmente na consulta pré-procedimento.

Não. Utilizamos anestesia local no ponto de punção (punho ou virilha) e, quando necessário, sedação leve para maior conforto. A maioria dos pacientes relata apenas a picada inicial da anestesia.

O cateterismo diagnóstico costuma durar de 20 a 40 minutos. A angioplastia varia conforme a complexidade — em média de 40 a 90 minutos. Procedimentos estruturais (TAVI, FOP) podem se estender um pouco mais.

Após o cateterismo pelo punho, a maioria dos pacientes retoma atividades leves em 1 a 2 dias. Para angioplastia e procedimentos estruturais, o retorno é progressivo e orientado caso a caso na consulta de revisão.

Sim, e é recomendado — especialmente para o pós-procedimento, já que algumas medicações sedativas podem deixar o paciente sonolento nas primeiras horas.

Sim. O stent fica permanentemente na artéria, integrando-se à parede do vaso. Os modelos atuais (farmacológicos) são seguros e duráveis. O acompanhamento clínico e o uso correto das medicações são essenciais para a longevidade do tratamento.

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Cada caso merece uma avaliação individual.

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